375 dias depois: novas mãos, sonhos antigos…

Iéah!!no dia 25 de julho de 2008, a sapataria df lançou este blog. não foi a primeira experiência, mas foi a que deu mais certo. a inauguração desse nosso espaço virtual aconteceu com um texto escrito por Eliane Pereira, Jacira da Silva e Joelma Cezário, sobre a comemoração em luta do dia das Mulheres Afro-Latinoamericanas e Afro-Caribenhas.

desde lá muita coisa aconteceu, e depois da mudança de endereço pra , de entradas e saídas de militantes e muita política micro e macro, temos registrado um número grande de visitas e comentários às várias postagens feitas todos os dias. até hoje tivemos 35.902 visitas aos 458 artigos publicados (contando com este) e 178 comentários aprovados. no primeiro mês tivemos a média de 2 visitas ao blog por dia, e em junho passado tivemos a média de 176 visitas diárias, e são as suas visitas que nos incentivam a fazer esse espaço sempre atento, diverso e democrático.

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surgindo da idéia de construir um espaço virtual para divulgar as atividades do coletivo e também notícias midiáticas, funcionando como um observatório de políticas públicas e ações/intervenções formais ou informais voltadas à lesbiandade e à bissexualidade desde uma perspectiva feminista e anti-racista, o blog da sapataria é mais uma ferramenta pra promover a visibilidade das vidas, mobilizações e sonhos de mulheres lésbicas ou bissexuais, organizadas ou não, em espaços autônomos ou institucionais.sapat7

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essa pequena nota de comemoração é pra não deixar o nosso “aniversário” passar em branco, e pra fazer passar em todas as cores do arco-íris a memória de nosso trajeto. vida longa, de luta sorridente e muitos orgasmos a todas que construímos isso coletivamente, essa história é nossa!”

Série de Medidas para combater as DSTs/Aids

Do Correio Braziliense

Uma série de ações foram adaptadas à realidade do Distrito Federal para diminuir a transmissão do vírus HIV e aumentar a conscientização entre gays e travestis. O Plano Distrital de Enfrentamento da Epidemia de AIDS e outras DSTS será apresentado à equipe técnica do Ministério da Saúde às 8h de hoje, no auditório do Hospital Dia – Unidade Mista de Saúde da Regional Sul, EQS 508/509. Dentre as medidas está a realização de cursos e oficinas de sensibilização, construção de um sistema de denúncias contra a violência aos direitos humanos e produção de material impresso, para nortear as ações de combate às DSTS/AIDS.

Marcha contra o racismo da mídia

PARTICIPE!Ato contra a intolerância da imprensa brasileira às questões que envolvem gênero e etnia nesta sexta-feira (26), em DF

A CUT-DF e as entidades do Movimento Social Negro convocam o conjunto da classe trabalhadora a participar de manifestação contra a intolerância da imprensa brasileira às questões que envolvem gênero e etnia. O ato será no dia 26 de junho, sexta-feira, às 9h, com concentração no Colégio Sagrado Coração de Maria (SCRN 702/702 Norte – W3 Norte).

A grande mídia, em geral, tem se posicionado contra políticas afirmativas como as cotas raciais no ensino e no serviço público, o tratamento dado ao Estatuto da Igualdade Racial em discussão no Congresso Nacional desde 2006, o decreto 4.887 que regulariza as terras quilombolas e da lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de história e cultura africanas e das populações negras brasileiras nas escolas de todo o país.

A mesma mídia que não tem interesse em pautar as questões do movimento negro, fez um grande lobby para derrubar recentemente a obrigatoriedade do diploma de jornalismo no STF, com o objetivo de precarizar salários e o mercado de trabalho destes profissionais.

Fonte: CUT-DF

CUT- DF homenageia trabalhadores/as com festa na Esplanada

CUT-DF realiza no dia 1º de maio várias atividades em comemoração ao Dia do Trabalhador. Neste ano, a homenagem promovida pela Central tem como tema “1º de maio: desenvolvimento com trabalho, renda e direitos”, que também será o foco dos debates da entidade no congresso que acontece em agosto de 2009. As atrações do 1º de maio começam cedo, a partir das 9 horas, e tem como destaque o show da cantora baiana Margareth Menezes.

A agenda do Dia do Trabalhador começa com o I Festival Popular de Esporte e Lazer dos Trabalhadores, às 9 horas. Com a participação de dez ONGs, serão oferecidos torneios esportivos, aulão de karatê, capoeira, artesanato, jogos populares, jogos de mesa, basquete de rua, além de rampas de skate.

Das 12 às 16 horas, DJs de Brasília se revezam nas picapes em uma tenda montada especialmente para eles. Na ocasião será anunciada a criação do sindicato da categoria em Brasília, filiado à CUT-DF.

Às 16 horas, muito samba no pé animará a festa do trabalhador com a apresentação da ala show da escola de samba Grêmio Bola Preta de Sobradinho.

Logo em seguida, às 17 horas, sobem ao palco as grandes homenageadas da festa do trabalhador: as mulheres. As brasilienses Marcia Veras, Ellen Oléria, Suzana Mares e Célia Rabelo se revezam no palco com o grupo Jenipapo. Após as apresentações dos artistas da cidade, a festa do trabalhador recebe a cantora Margareth Menezes, a grande atração da noite.

Para a CUT-DF, a melhor resposta para a crise e suas consequentes ameaças ao trabalho é a defesa do desenvolvimento, do emprego, da geração de renda e dos direitos dos trabalhadores.

Além da comemoração pelo Dia do Trabalhador, a programação servirá para chamar a atenção da sociedade para a importância da participação popular no controle e fiscalização das atividades econômicas e ações do estado, que afetam as relações de trabalho e cidadania. A Central acredita que a valorização do trabalho é fundamental para a consolidação do país como uma nação justa e igualitária.

1º DE MAIO – PROGRAMAÇÃO

9 às 13 horas
I Festival Popular de Esporte e Lazer dos Trabalhadores

12 às 16 horas
Apresentação de DJs em picapes e lançamento do sindicato da categoria

16 horas
Ala show da escola de samba Grêmio Bola Preta de Sobradinho

17 horas
Show musical com Suzana Mares

18 horas
Show musical com o grupo Jenipapo

19 horas
Show musical com Célia Rabelo e Márcia Veras

20h30
Show musical com Ellen Oléria

22 horas
Show musical com Margareth Menezes

Por: CUT-DF (http://www.cutdf.org.br/noticias2/ler_noticia.php?cod=767)
Published in: on 29/04/2009 at 21:27  Deixe um comentário  
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Agora é lei!

mama

Published in: on 23/04/2009 at 12:42  Deixe um comentário  
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O preconceito está no sangue!

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Mesmo tendo parceiro estável, HOMOSSEXUAL é rejeitado como doador pelos
hemocentros, com base em norma da Anvisa. Para especialistas, regra se
prende a questões superadas e estimula a estigmatização.

 

– O senhor tem parceira fixa?

– Não. Tenho parceiro fixo.

– Parceiro? Então, infelizmente, não poderá ser doador de sangue.

(silêncio)

– Fique calmo, isso aqui não é discriminação.

– É o quê, então?

O diálogo acima ocorreu na manhã da última quinta-feira, em uma clínica do
Setor Hospitalar da Asa Sul. O empresário de 34 anos, HOMOSSEXUAL assumido,
não compreendeu o que a médica lhe disse. Explicou que há quatro anos mantém
um relacionamento estável com outro homem, tem hábitos saudáveis e nunca
teve doenças venéreas ou qualquer outro tipo de empecilho que tirasse a sua
condição de doador. A médica, desconcertada, falou sobre a resolução RDC 153
da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regulamenta os
procedimentos da Hemoterapia Brasileira. Entre outros pontos, no documento
consta que homens que tiveram relações sexuais com pessoas do mesmo sexo nos
últimos 12 meses, ou suas parceiras, não podem doar sangue (veja quadro).

Era a primeira vez que o sentimento de discriminação lhe tocava. Não soube o
que fazer diante da colocação da especialista e preferiu não alongar a
conversa. Ligou para o namorado logo depois de deixar o escritório. Do outro
lado da linha, a revolta de quem se vê apartado do convívio social pela
opção sexual. “Ela sequer perguntou sobre o nosso comportamento na relação.
Confio no meu parceiro e sei que poderíamos ajudar as pessoas que precisam
de sangue nos hospitais”, contou o empresário, que decidiu procurar o
Correio para retratar o ocorrido. Para evitar a exposição, ele pediu para
não ter o nome revelado. Mas, durante a conversa, não escondeu o incômodo
que passou naquela manhã: “Não tenho receio de assumir minha sexualidade,
mas nunca tinha passado por isso”.

A iniciativa de doar sangue pela primeira vez surgiu após convite de um
sócio, heterossexual e casado. Como todos os doadores, o empresário passou
por uma primeira avaliação – medição de peso, altura, pressão arterial e
teste para detectar anemia – para depois seguir para a triagem, onde ocorre
uma série de perguntas sobre a vida do voluntário. A responsável pelo setor
de coleta da clínica da Asa Sul, Fernanda Andrade, explicou que
especialistas formulam os questionamentos com base na resolução da Anvisa.
“Seguimos a legislação para eliminar o risco de contágio para os
receptores”, justificou a assistente social. Perguntas do tipo: “Você tem
uma vida promíscua?” ou “já teve relação com homem, viciado ou portador do
vírus HIV?” procuram selecionar doadores com menor chance de infecção.

Estigma

O risco de contaminação pelo vírus não está ligado ao gênero, mas ao
comportamento das pessoas nas relações sexuais. Essa é a opinião do
professor do departamento de serviço social da Universidade de Brasília
(UnB), Mário Ângelo Silva, que há 10 anos estuda o vírus HIV. Segundo ele, a
divisão em grupos de risco ficou no passado. No início da epidemia, em
meados da década de 1980, as pessoas não sabiam prevenir a doença. “Hoje, a
situação é outra. Estudos mostram que o índice de contágio entre
homossexuais diminui a cada ano. Deve-se levar em conta se o doador tem
parceiro fixo e usa CAMISINHA”, observou. Para o especialista, um
heterossexual promíscuo ou uma mulher traída pelo marido, por exemplo, pode
representar uma ameaça maior aos receptores e passar pela triagem.

Mário explicou que a justificativa para a discriminação de homens que têm
relação com outros homens – mulheres homossexuais podem doar – diz respeito
à facilidade de contágio pelo sexo anal. Nesse caso, é maior a possibilidade
de ruptura de vasos sangüíneos durante a penetração, o que aumenta as
chances da contaminação após a ejaculação. “Por acaso mulheres não fazem
sexo anal? O argumento é falho por si mesmo e só aumenta a estigmatização
dos homossexuais”, insistiu o psicólogo. Ele explica que a exigência do
período de 12 meses sem relação com outro homem diz respeito à janela
imunológica, tempo necessário para o exame acusar o vírus. “A janela é
menor, de 16 dias, mas determinaram esse tempo por medida de segurança”,
complementou.

O promotor do Ministério Público do Distrito Federal (MPDF), Diaulas
Ribeiro, contou que em diversos estados brasileiros correm na Justiça
processos contra a resolução da Anvisa. No entanto, os tribunais têm mantido
a resolução. “Considero uma violência e sou contra a medida. Na minha
opinião, ela se prende a situações que já foram superadas e estimula o
preconceito”, afirmou. O representante do MPDF fez uma recomendação ao
HEMOCENTRO de Brasília, em 2005, para que médicos não questionassem os
doadores com relação à opção sexual. Mas, segundo a direção do local, a
recomendação não foi seguida e as perguntas sobre a sexualidade do
voluntário continuam, assim como em outras clínicas e hospitais do DF
contatados pelo Correio.

Restrição é sustentada por estudos

Instruções mantêm os homossexuais nos grupos em situação de risco

O Correio procurou a Agência de Vigilância Ambiental (Anvisa) para
esclarecer os motivos que levaram à inclusão de homens que fizeram sexo com
outros homens na lista de pessoas que não podem doar sangue, conforme a
resolução RDC 153. O órgão reconhece a complexidade da questão, mas
justifica a medida com uma série de estudos nacionais e internacionais que
comprovam a maior presença do vírus HIV entre homossexuais do sexo
masculino. No entanto, dados do Ministério da Saúde sobre a incidência da
doença na última década, divulgados em 2007, revelam que o número de casos
cresceu entre heterossexuais e se estabilizou entre homo e bissexuais.

A maioria dos estudos usados pela Anvisa data do fim da década de 1990 ou
início dos anos 2000. Boletim epidemiológico do Programa Nacional de
DST/AIDS, de 2005, revelou que homossexuais masculinos tem 11 vezes mais
chances de contrair o vírus da AIDS, se comparados a homens que têm relações
com mulheres. Outra pesquisa, do Centro de Controle de Doenças
norte-americano, publicada em 2001, mostrou que 37% dos homens aidéticos
tiveram relação HOMOSSEXUAL. Nos Estados Unidos, bem como em países
europeus, o grupo é excluído definitivamente do quadro de doadores,
independentemente do tempo da última relação sexual com o parceiro.

A Anvisa esclarece ainda, por meio da assessoria de imprensa, que,
efetivamente, não existe o “direito” de doar sangue. Segundo a agência,
qualquer pessoa pode se candidatar como doador, mas a aceitação depende de
uma série de fatores que levam em conta o risco para a saúde do receptor. O
presidente da ONG Estruturação, que luta pelo direito dos homossexuais em
Brasília, Welton Trindade, reconhece que há maior incidência da AIDS entre
gays. Mas afirma que a resolução é discriminatória: “Não pedimos regalias,
queremos que seja igual para todos. Se um hetero que usa CAMISINHA pode
doar, um HOMOSSEXUAL também pode”.

Segundo boletim do Ministério da Saúde, dos casos de AIDS registrados na
população masculina brasileira em 1996, 29,4% ocorreram entre homo ou
bissexuais, 25,6% em heterossexuais e 23,6% em usuários de drogas
injetáveis. Dez anos depois, em 2006, o mesmo boletim evidencia a mudança de
comportamento. Também considerando a população masculina, o documento mostra
que 27,6% dos casos da doença atingiram homo ou bissexuais, 42,6%
heterossexuais e 9,3% usuários de drogas. (JC)

Regras da doação:

Resolução define os excluídos

A resolução RDC 153 da Anvisa, de junho de 2004, determina que sejam
excluídos do quadro por um ano os candidatos a doadores de sangue que, nos
últimos 12 meses, tenham sido expostos a uma das situações abaixo.

  • Homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou as parceiras
    sexuais destes
  • Homens e ou mulheres que tenham feito sexo em troca de dinheiro ou de
    drogas, e os parceiros sexuais dessas pessoas
  • Pessoas que tenham feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais, sem uso
    do PRESERVATIVO
  • Pessoas que foram vítimas de estupro
  • Homens ou mulheres que tenham tido relação sexual com pessoa com exame
    reagente para anti-HIV, portador de hepatite B, hepatite C ou outra infecção
    de transmissão sexual e sangüínea
  • Pessoas que estiveram detidas por mais de 24 horas em instituição carcerária
    ou policial
  • Pessoas que tenham feito piercing ou tatuagem sem condições de avaliação
    quanto à segurança
  • Pessoas que sejam parceiros sexuais de pacientes de hemodiálise ou com
    história de transfusão sangüínea
  • Pessoas que tiveram acidente com material biológico e, em conseqüência,
    apresentaram contato de mucosa e ou pele com o referido material biológico.

 

Fonte: 

Correio Braziliense 
23/NOVEMBRO/08
http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_13/2008/11/23/noticia_interna,id_sessao=13&id_noticia=51097/noticia_interna.shtml

 

Published in: on 23/11/2008 at 22:55  Comments (1)  
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PLANALTINA BOMBANDO!!

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Neste sábado, 8 de Novembro, ocorre a 3ª Mostra Cultural de Planaltina, a ser realizada no campus da UnB, localizado ao lado da Vila N. S. de Fátima em Planaltina. O evento começará a partir das 18h e a entrada é franca.A festa contará com a apresentação dos grupos: Contadores de História, Diversos Além/Vivaltina, Companhia de Teatro Língua de Trapo, Projeto Ópera Estúdio (MUS/IdA/UnB), Zé do Pife e as Juvelinas, Grupo Caliandra, Banda Sub-Versão, Ítalo The Boy e Movimento Atribotua.

A mostra faz parte do Projeto Rádio Diversidade, cujo objetivo é promover a cooperação e a inter-relação entre escolas e comunidade por meio do resgate da identidade cultural de Planaltina, promovendo a cidadania responsável e possibilitando a convivência harmoniosa com o planeta. Para isso, estudantes de sete escolas públicas de Planaltina fazem seus próprios programas radiofônicos, divulgando a diversidade da cultura brasileira e as especificidades da comunidade local. Os jovens fazem programas veiculados no intervalo das aulas na rádio Utopia FM praticando técnicas de comunicação (pauta, entrevista, edição, produção de spots etc) que aprendem em oficinas dadas no projeto.

A iniciativa é patrocinada pelo Ministério da Cultura e é uma parceria da Rádio Utopia (98.1 FM), Escolas Públicas de Planaltina DF, Universidade de Brasília – Campus Planaltina e da Faculdade de Comunicação da UnB- UnB.
SERVIÇO
A 3ª Mostra Planaltina será realizada neste sábado, 8 de Novembro, no campus da UnB Planaltina. O evento terá início às 18h e contará com apresentações musicais. A entrada é livre e gratuita.

Boletim da Articulação Mulher e Mídia

Clique para ver o boletim ampliado

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O que você ouve, vê e lê nos meios de comunicação?

ATENÇÃO LEITOR@S!!

Você encontrará abaixo convite para atividades da SEMANA PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO.

Destaque-se uma audiência pública que ocorrerá dia 17, sexta-feira, às 14h, na Câmara Legislativa do DF, com objetivo de discutir a renovação da concessão da TV Globo em Brasília.

A questão da comunicação sempre foi central para os movimentos sociais, pois é elemento estruturante de nossas lutas. Por isso a importância dos grupos, entidades e lideranças LGBTTT estarem presentes nesta atividade, que é parte da Semana de Democratização da Comunicação. É importante que as entidades apresentem, durante a audiência, casos concretos de coberturas tendenciosas sobre suas ações ou que relatem grandes mobilizações realizadas que simplesmente não foram divulgadas pela GLOBO/Bsb – como por exemplo as Paradas do Orgulho LGBT, Paradas Lésbicas, Semana da Visibilidade Lésbica, Semana da Diversidade, Seminários e tantas outras atividades já realizadas e não noticiadas.

Confira a programação e PARTICIPE!!

SUA VOZ É FUNDAMENTAL CONTRA FUNDAMENTALISMOS

 

KATITA: medo de altura

Quadrinhos de Anita Costa Prado

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